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Paulo Sergio Pinheiro fala sobre a Comissão da Verdade no Roda Viva

07/10/2012

Entrevista inédita com o cientista político vai ao ar nesta segunda-feira (8/10), às 22h, na TV Cultura e no portal cmais+

O cientista político, membro da Comissão Nacional da Verdade e presidente da Comissão de Inquérito Independente da ONU para a Síria, Paulo Sergio Pinheiro, estará no centro do Roda Viva, nesta segunda-feira (08/10), a partir das 22h, na TV Cultura em cmais.com.br/aovivo

Durante o programa, o diplomata e acadêmico Paulo Sergio Pinheiro vai falar sobre as relações entre Brasil e Síria, além de abordar a atual situação política do país do Oriente Médio. Na pauta da entrevista, o diplomata também deve comentar sobre sua posição como integrante da Comissão Nacional da Verdade e sobre a responsabilidade que deverá exercer ao pesquisar os crimes cometidos durante o período da ditadura militar no Brasil.

A bancada de entrevistadores será formada por: Rogério Simões (editor executivo da revista Época); Eduardo Muylaert  (advogado criminalista); José Luiz Del Roio (senador da Itália); Uirá Machado (editor assistente de Opinião da Folha de S. Paulo); e Roldão Arruda (repórter de política de O Estado de S. Paulo).

O Roda Viva é apresentado por Mario Sergio Conti.

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  1. Armando permalink
    07/10/2012 18:46

    Os generais Mentem.
    As semelhanças dos fatos que ocorreram no passado mais distante que culminaram com a morte de todos que se opuseram aos interesses dos generais, com os fatos do passado mais recente que culminaram no impedimento de Collor serão mera coincidência com os que estão ocorrendo atualmente?
    Jobim e Gilmar Mendes tentaram armar pra cima do Lula, tratando assuntos sensíveis numa reunião que era pra ter sido secreta.
    O general José Elito, chefe do GSI, vinha monitorando o Ministro Joaquim Barbosa com seu consentimento.
    Tudo o que ocorria em torno de Barbosa vinha sendo registrado pelos militares.
    Se o Elito sabia dessa operação clandestina o general Enzo, comandante do exército, também sabia. Barbosa provoca Dilma, tentando vinculá-la ao processo do mensalão.
    Toda essa operação de monitoramento e registros é feita pelos militares sem o conhecimento de Dilma.
    Além de Dilma, o Ministro Amorim, o Diretor da PF e o Ministro da Justiça também foram ignorados pelos militares que agiam nas sombras, à traição.
    As evidências são robustas.
    Parece que se desenhava algum tipo de golpe contra o governo. Por que razão Barbosa, monitorado pelos generais, se colocou como isca, com provocações explícitas contra o governo?
    Muitas explicações são necessárias sobre esses fatos revelados tais como:
    Além de Barbosa, será que outras autoridades estão sendo monitoradas pelos generais?
    Desde quando, exatamente, Barbosa vinha sendo monitorado?Quais são e onde estão os registros armazenados durante esse período de monitoramento?
    Barbosa vai se aposentar. Será ele futuro candidato a presidente? Diante dessa possibilidade, estariam os militares alinhando forças, dissimuladamente, para eleger um futuro presidente simpático à ideologia militar no intuito de se reaproximar do poder político do qual estão convenientemente afastados?
    É muita ingenuidade acreditar que os generais estavam empenhados em prover a “segurança” do Barbosa.
    A segurança de outros ministros do STF é provida por agentes da PF.
    Barbosa sempre se declarou, publicamente, ser avesso a segurança aproximada. Sempre afastou a segurança.
    Vinha, porém, sendo intensamente monitorado pelos generais sem conhecimento das autoridades competentes.
    Se estivesse sendo protegido por agentes da PF, assim como os outros ministros, certamente um sistema de segurança identificaria o outro. Mas, como a intenção era fazer tudo nas sombras, o mais conveniente era afastar a PF.
    Está tudo muito evidente.
    Mas e aí alguém pode perguntar: o que isso tudo tem a ver com as mortes suspeitas sob o regime ditatotial e o impedimento de Collor?
    E aí eu respondo: leia tudo de novo, ligue os fatos e você vai ver que a resposta é: as mortes suspeitas e o impedimento de Collor foram precedidos desse tipo de trabalho que estava sendo feito agora contra o integrantes do atual governo. Se o governo não cortar as cabeças dos generais traidores, os generais traidores vão cortar a cabeça do governo.

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